domingo, 21 de maio de 2017

Johnny Rivers

A família Ramistella mudou-se de Nova Iorque para Baton Rouge, no estado da Louisiana, quando John tinha cinco anos de idade. Ele começou a tocar guitarra aos oito, influenciado pela música local. Johnny Ramistella formou sua própria banda, The Spades, ainda quando estudava (Junior High School) e fez sua primeira gravação aos 14.[1] De volta a Nova Iorque, em 1958, ele encontrou Alan Freed, que o

aconselhou a mudar seu nome. Assim, Johnny Ramistella tornou-se Johnny Rivers, depois que o Rio 
Mississippi transbordou, perto de Baton Rouge. Freed deu a Rivers alguns contratos para gravações. De março de 1958 a março de 1959, Rivers gravou três canções que não foram lançadas. Em 1959, Johnny Rivers retornou a Baton Rouge. Enquanto tocava em todo o sul dos Estados Unidos, Rivers conheceu, em Birmingham (Alabama), Audrey Williams, esposa do famoso cantor norte-americano de música country Hank Williams. Ela levou Johnny para Nashville, onde ele gravou mais duas canções. Eles não as venderam também, mas Johnny ficou na cidade e começou a trabalhar como compositor e cantor de canções demo (ganhava US$ 0,25 por gravação). Lá, Johnny trabalhou ao lado de Roger Miller.
Em 1960, Rivers conheceu um grande amigo, James Burton, guitarrista de Ricky Nelson. Burton deu a Ricky uma das canções de Johnny. Ricky Nelson gostou dela e a gravou. No ano seguinte, Rivers foi a Los Angeles para conhecer Nelson, onde ficou para trabalhar como compositor e músico de estúdio. Em 1963, Rivers costumava passar seu tempo em um bar chamado Gazzari's (de propriedade de Bill Gazzari).[2] Uma noite, o trio de jazz que tocava no bar deixou o local. Gazzari pediu para Johnny ocupar a vaga por alguns dias, até que encontrasse um outro grupo de jazz. Johnny concordou e a história foi feita. Quando ele começou a tocar seu rock n'roll, multidões passaram a freqüentar o Gazzari's. Rivers fez sucesso no clube, fazendo versões de canções de Chuck Berry.
Em 1964, Elmer Valentine, proprietário do clube Whisky a Go Go, ofereceu a Johnny Rivers um contrato de uma ano para que este cantasse em seu clube, recém-inagurado em Hollywood (California).[1][2] O novo clube abriu três dias antes do grupo The Beatles lançar "I Want To Hold Your Hand". Mas Johnny Rivers era tão popular que o produtor Lou Adler decidiu lançar Johnny Rivers Live At The Whiskey A Go Go, um álbum ao vivo que vendeu 1 milhão de cópias e alcançou o 12º na lista da Billboard - e a canção "Memphis" (um cover de Chuck Berry) chegou ao segundo lugar na parada norte-americana.[3][4] Johnny Rivers tinha criado o estilo musical Go Go (que incluiria também dançarinas).Já em 1966, Rivers seguiu gravando canções, especialmente ao vivo, como "Maybellene" (outro cover de Chuck Berry), "Mountain of Love", "Midnight Special" e "Seventh Son", todas elas tornaram-se hits.[1][5] Também adotou um estilo mais peculiar, mas seguiu produzindo sucesso como "Poor Side of Town", primeiro lugar na parada norte-americana da Billboard, e "Secret Agent Man", que alcançou o #3 em 1966.[6] It sold one million copies, achieving gold disc status.[4] Outras canções populares desta nova fase do cantor foram "Summer Rain", "Baby I Need Your Lovin'" e "The Tracks of My Tears" (um cover de Smokey Robinson & The Miracles) - todas elas caracterizadas por sua voz suave e comovente. Ele ainda fundou sua própria gravadora, a Soul City Records, que lançou artistas como o grupo Fifth Dimension - ele ganhou um Grammy Award como produtor dessa banda. Em 1968, Rivers lançou aquele que é considerado por muitos fãs como seu melhor trabalho, o álbum "Realization". que foi evocativo das influências da psicodelia daquele tempo, e incluíam baladas como como "Going Back to Big Sur".
Durante a década de 1970, Rivers seguiu produzindo mais sucessos de crítica, como "Rockin' Pneumonia - Boogie Woogie Flu", "Help Me Rhonda" (cover dos Beach Boys) e "Blue Suede Shoes" (cover de Carl Perkins), mas os álbuns não vendiam tão bem quanto na década passada. Seu último sucesso foi "Swayin' to the Music (Slow Dancing)" em 1977. Rivers continuou a gravar na década de 1980, e apesar de sua música já não fazer tanto sucesso como nas duas décadas anteriores, continuou a fazer apresentações ao vivo. Em 12 de junho de 2009, Johnny Rivers foi introduzido no Louisiana Music Hall of Fame.[1]


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