domingo, 21 de maio de 2017

Selton Mello

Nasceu em Passos, Minas Gerais, e mudou-se para São Paulo com a família ainda criança; é irmão de Danton Mello, também ator. Seu primeiro trabalho na TV, aos 7 anos,[2][3] foi em Dona Santa (1979), na Rede Bandeirantes, onde atuou como um dos personagens centrais da novela. Em 1983, novamente despontando de bastante destaque, esteve presente no elenco da novela Braço de Ferro. Embora não seja muito citado, Selton também é musico, tendo participado de uma banda chamada Vendetta.
Em 1984 transferiu-se à Rede Globo para atuar na novela Corpo a Corpo. Em 1986, participou da primeira fase da novela Sinhá Moça, na pele do escravo branco Rafael.
Ficou afastado das novelas por seis anos. Neste período trabalhou como dublador profissional.
Em 1990 fez sua estréia no cinema com o longa dos Trapalhões, Uma Escola Atrapalhada.
Em 1992 retornou à Globo definitivamente, tendo participado da novela Pedra sobre Pedra. Mesmo não possuindo um contrato com o canal, é a única emissora de televisão aberta pra qual presta trabalhos. No ano seguinte esteve em Olho no Olho e, em 1994, viveu um dos personagens centrais da novela Tropicaliente. Depois, participou do grande sucesso A Próxima Vítima.
Em 1997 iniciou uma sequência de personagens na televisão, entre eles, o Tenente Luís do filme Guerra de Canudos (filme), e o atormentado Emanuel da novela A Indomada. Em 1999 protagonizou a minissérie O Auto da Compadecida, na pele do nordestino Chicó, juntamente com o ator Matheus Nachtergaele e, em seguida, co-protagonizou a novela Força de um Desejo, como Abelardo Sobral. Esta seria sua última atuação em novelas, desde então, Selton tem se dedicado inteiramente ao cinema, limitando-se a participações em minisséries e seriados da Globo.
Em 2000 protagonizou a minissérie A Invenção do Brasil, feita em comemoração aos 500 anos do Brasil e, em 2001, co-protagonizou a minissérie Os Maias. Posteriormente, integrou o elenco da terceira temporada do seriado Os Normais e, em 2004, protagonizou a série Os Aspones, ao lado de nomes, como Andréa Beltrão, Drica Moraes, Marisa Orth e Pedro Paulo Rangel.
A partir de 2004 passou a apresentar o programa Tarja Preta, veiculado no Canal Brasil, onde entrevista profissionais do cinema e de cultura.
Em 2007 protagonizou a série O Sistema, junto com Zezé Polessa, Ney Latorraca e Graziela Moretto. No mesmo período, contribuiu financeiramente para que o filme O Cheiro do Ralo, do qual é protagonista, saísse do papel.
Em 2008 e 2009 atuou no cinema em duas histórias baseadas em fatos reais, sendo no papel de um ex-traficante carioca em Meu Nome Não É Johnny e Jean Charles, onde deu vida ao brasileiro assassinado no metrô de Londres pela polícia, ao ser confundido com um terrorista. Em 2008 se aventurou também como diretor, primeiro com o curta-metragem Quando o Tempo Cair, produzido por Adriano Lírio e posteriormente no longa Feliz Natal, produzido por Vania Catani.
Trabalhou também com dublagem e dirigiu clipes musicais da banda Ira!, o cantor Nasi (ex-Ira) e Ana Cañas. O clipe da música Corpo Fechado (cantor: Nasi; diretor: Selton Mello), foi indicado ao MTV Video Music Brasil
No teatro, fez peças como Esperando Godot, direção de José Celso Martinez Corrêa e "Zastrozzi", direção de Selton Mello e Daniel Herz.
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Bob Marley

Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley[1] (Nine Mile, 6 de fevereiro de 1945Miami, 11 de maio de 1981), foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o género. Marley já vendeu mais de 75 milhões de discos.[2]
Dedicado a protestar contra problemas sociais, levou, através de sua música, o movimento rastafári e suas ideias de paz, irmandade, igualdade social, preservação ambiental, libertação, resistência, liberdade e amor universal ao mundo. A música de Marley foi fortemente influenciada pelas questões sociais e políticas de sua terra natal, fazendo com que considerassem-no a voz do povo negro, pobre e oprimido da Jamaica. A África e seus problemas como a miséria, guerras e domínio europeu também foram centro de assunto das suas músicas, por se tratar da terra sagrada do movimento rastafári.
A coletânea Legend, lançada três anos após sua morte e que reúne algumas músicas de álbuns do artista, é o álbum de reggae mais vendido da história. Bob foi casado com Rita Marley (de 1966 até a morte), uma das I Threes, que passaram a cantar com os Wailers depois que eles alcançaram sucesso internacional. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley (lê-se Stivân), que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outros de seus filhos, Ky-Mani Marley, Julian Marley e Damian Marley (vulgo Jr. Gong) também seguiram carreira musical. Foi eleito pela revista Rolling Stone o 11º maior artista da música de todos os tempo
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Zico


Arthur Antunes Coimbra, mais conhecido como Zico (Rio de Janeiro, 3 de março de 1953), é um treinador,[1] ex-futebolista e ex-dirigente brasileiro que possui também a nacionalidade portuguesa.[nota 1] que atuava como meia.
Notabilizou-se como o carismático líder da vitoriosa trajetória do Flamengo nas décadas de 1970 e 1980, com ápice nas conquistas da Taça Libertadores da América e da Copa Intercontinental pela equipe carioca, além dos títulos do Campeonato Brasileiro de 1980,82,83 e da Copa União(Módulo Verde de 87) de suas participações pela Seleção Brasileira nas Copas Argentina 1978, Espanha 1982 e México 1986. É considerado por muitos especialistas, profissionais do esporte e, em especial, pelos torcedores do Flamengo, o maior jogador da história do clube, e o maior futebolista brasileiro desde Pelé. Em 2016, foi eleito por especialistas[3] e por internautas[4] como o maior batedor de faltas brasileiro da história.
Não são poucos também os que o consideram como o melhor jogador de futebol dos anos 1980, sendo chamado frequentemente no exterior de "Pelé Branco". É o maior artilheiro da história do estádio do Maracanã, com 333 gols em 435 partidas. Marcou 135 gols em campeonatos brasileiros. Foi eleito como o terceiro maior futebolista brasileiro do século XX (atrás apenas de Pelé e Garrincha), o sétimo maior da América do Sul e o décimo quarto entre todos do Mundo, segundo a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS). É um dos quatro brasileiros a figurar no Hall da fama da FIFA (os outros são Pelé, Garrincha e Didi). Foi eleito pela própria Federação Internacional de Futebol (FIFA), o oitavo maior jogador do século, o nono maior jogador do século XX pela revista France Football, o nono Brasileiro do Século no esporte, segundo pesquisa realizada pela revista IstoÉ, e o décimo maior jogador de todos os tempos pela revista inglesa World Soccer. Em julho de 2012, foi eleito um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos" em concurso realizado pelo SBT com a BBC de Londres.[
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Santos Dumont


Alberto Santos Dumont (Palmira, atual Santos Dumont, 20 de julho de 1873Guarujá, 23 de julho de 1932) foi um aeronauta, esportista e inventor brasileiro[1][2].
Santos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, quando em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX.[3] Com a vitória no Prêmio Deutsch, ele também foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e populares.[4]
Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906 voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie' (francês para "ave de rapina"), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar,[5] e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento.
Apesar de os brasileiros considerarem Santos Dumont como o responsável pelo primeiro voo num avião, na maior parte do mundo o crédito à invenção do avião é dado aos irmãos Wright. Uma excepção é a França, onde o crédito é dado a Clément Ader que efectuou o primeiro voo de um equipamento mais pesado que o ar propulsionado a motor e levantando voo pelos seus próprios meios em 9 de outubro de 1890.[6][7][8] A FAI, no entanto, considera que foram os irmãos Wright os primeiros a realizar um voo controlado, motorizado, num aparelho mais pesado do que o ar,[9] por uma decolagem e subsequente voo ocorridos em 17 de dezembro de 1903 no Flyer, já que os voos de Clément Ader foram realizados em segredo militar, vindo-se apenas a saber da sua existência muitos anos depois.[10][11][12] Por outro lado, o 14-Bis de Dumont teve uma decolagem autopropulsada, reconhecida oficialmente por público e jornalistas, tendo sido a primeira atividade esportiva da aviação a ser homologada pela FAI
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Miguel Falabella


Desde pequeno, quando morava na Ilha do Governador, assistiu ao musical Hello, Dolly, estrelado por Bibi Ferreira, e se encantou pelo mundo da dramaturgia. Estreou na televisão em 1982, no programa Caso Verdade, no episódio "Jam e Jim", onde dava vida ao personagem título. Logo depois, participou de sua primeira novela, Sol de Verão, de Manoel Carlos, como o médico Romeu.
Conquistou o sucesso em 1986, ao interpretar Miro, no remake Selva de Pedra, de Janete Clair. Estreou como apresentador de televisão no programa Vídeo Show em agosto de 1987. O sucesso foi tanto, que Miguel permaneceu a frente do programa até janeiro de 2002, quando foi substituído por Márcio Garcia, e este por André Marques.
É um artista bastante ativo no teatro e na televisão. Nos palcos, além de musicais nacionais, costuma trazer a Broadway para o Brasil. Atuou no grande sucesso Loiro, Alto, Solteiro, Procura e escreveu também A Partilha, peça que ganhou versão para o cinema (com direção de Daniel Filho). Na televisão, dentre muitos trabalhos, alcançou grande popularidade apresentando o programa Vídeo Show durante 15 anos, e também representando Caco Antibes no humorístico Sai de Baixo.
Sua ligação com a poesia e a escrita é forte. Participou de alguns CDs de poesia, e escreveu alguns livros. Foi também autor de várias crônicas publicadas em jornais e revistas, sua coleção mais famosa delas era intitulada Coração Urbano.
Participou da série de comédia Toma Lá, Dá Cá, também na Globo, como o ex-surfista Mário Jorge, programa do qual assinava o roteiro, ao lado da amiga Maria Carmem Barbosa. A série foi cancelada em dezembro de 2009, as razões para o término das mesmas segundo o próprio Falabella, foram dele, que disse "Acho bom sair no auge".[5] A série também deve virar filme. [6]
Com tradução e direção dele, estava em cartaz o musical Hairspray naquele ano.
Em 2010 ele estreou na TV o seriado A Vida Alheia, sem plateia e gravado em externas. Segundo Miguel, o objetivo do programa em si não é de ser uma atração de humor, mas sim uma retratação da dura vida dos paparazzi, os repórteres fotográficos das chamadas revistas de fofocas.
Em 2013 ocorreu a estreia do seriado Pé na Cova em que ele interpreta Ruço, o personagem e principal, e que também é roteirista da série. Segundo Miguel, ele acha que "a partir dos 50, e a morte vira uma realidade".[7]
Em fevereiro de 2013, ele declarou que Pé na Cova deverá ser sua última atuação na TV, e que também pretende deixar o teatro, já que prefere escrever.[7]
Em 2014, escreve a série Sexo e as Nêga, paródia de Sex and the City, que retrata a vida de quatro amigas de Cordovil, no subúrbio do Rio de Janeiro.[8][9][10]
Em 2017, além de retomar seu personagem Caco Antibes, sucesso em Sai de Baixo, desta vez, na Escolinha do Professor Raimundo, o ator vem trabalhando num romance sobre sua família, Sagrado Coração, tendo como personagem inicial seu bisavó, que deixou a Itália, mais precisamente a região da Basilicata, e embarcou por engano ao Brasil.
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Sérgio Reis


Paulistano nascido no tradicional bairro de Santana, fez parte da Jovem Guarda na década de 1960, criando em 1967 a música "Coração de papel". Gravou seu primeiro disco de música sertaneja com a música "Menino da gaita" em 1972. Seguiu-se o sucesso de "Menino da Porteira", "Adeus Mariana", "Disco Voador", "Panela Velha", "Filho Adotivo", "Pinga ni Mim" e várias outras canções. Seu disco O Melhor de Sérgio Reis, lançado em 1981, vendeu mais de 1 milhão de cópias. O cantor optou por adotar o sobrenome de sua mãe, pois não achava o sobrenome de seu pai adequado para o ramo artístico.
No ano de 2002, Sérgio Reis prestou uma homenagem a Roberto Carlos, com o CD intitulado Nossas Canções, onde "Serjão" interpretou músicas gravadas por Roberto Carlos, de autoria deste em parceria com Erasmo Carlos e de outros compositores.
No ano de 2003, Sérgio Reis gravou seu primeiro DVD, intitulado Sérgio Reis e filhos - violas e violeiros, e como o próprio título diz, teve seus filhos como músicos na apresentação.
Em 2010, para comemorar os mais de 40 anos de parceira, Sérgio Reis e Renato Teixeira lançaram o álbum (CD e DVD) ao vivo Amizade Sincera, que reuniu clássicos da música sertaneja.
Em 3 de março de 2012, o cantor caiu de uma altura de aproximadamente dois metros durante apresentação em show na cidade de Três Marias, em Minas Gerais e permaneceu internado para exames mais detalhados [3].
No dia 20 de novembro de 2014, o cantor recebeu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Sertaneja pelo álbum Questão de Tempo.[4]
Em 2015 recebeu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Sertaneja pelo CD/DVD Amizade Sincera II, em parceria com Renato Teixeira.
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Larissa Manoela

 

Primeiros anos

Larissa Manoela Taques Elias Santos nasceu em Guarapuava, Paraná, em 28 de dezembro de 2000. É filha única de Silvana Taques, uma pedagoga, com Gilberto Elias Santos, um consultor imobiliário e agenciador.[5] Ela iniciou sua carreira aos quatro anos de idade quando um contratado da agência de modelos Projeto Passarela em um supermercado, observou seu talento e decidiu fazer um book de fotos e a encaminhou ao mercado.[1][6] Afim de buscar um mercado maior, a família mudou-se para São Paulo, depois de fazer ponte aérea por Paraná-Rio de Janeiro-São Paulo durante dois anos a trabalho.[5]

2006-11: Início da carreira e O Palhaço

Sua carreira na televisão iniciou aos 6 anos de idade,[7] na série do canal GNT, Mothern em que ela interpretava ela mesma.[6] Meses após ela foi selecionada para estrelar a peça teatral A Noviça Rebelde como Gretl que estreou em 2006.[6] Já em 2010 ela interpretou a protagonista da série Dalva e Herivelto: uma Canção de Amor na juventude e Lequinha em Na Fama e Na Lama.[6] No teatro musical Gypsy interpretou Baby June.[6] No mesmo ano dublou a personagem Narizinho na série infantil Sítio do Picapau Amarelo.[6] Em 2011 atuou em seu primeiro filme, Essa Maldita Vontade de Ser Pássaro, dirigido por Paula Fabiana e Adrian Steinway, e também no filme O Palhaço, com o papel de Guilhermina, dirigido e protagonizado por Selton Mello,[6] que estava concorrendo na categoria de melhor filme estrangeiro no Oscar 2013.[8] Ainda em 2011, no teatro, interpretou uma criança em As Bruxas de Eastwick.[6]

2012–presente: reconhecimento e novos projetos

Em 2012 no SBT interpretou Viviane em Corações Feridos e Maria Joaquina em Carrossel, papel que a tornou conhecida.[6] Em julho do mesmo ano, Larissa participou com Guilherme Seta do videoclipe da música "Falta Coragem" da banda Condução do Sistema.[9] Em 14 de outubro ela revelou que estaria em fase de produção seu primeiro álbum de estúdio em parceria com o produtor musical Arnaldo Saccomani.[10][11] Seu contrato foi renovado com o SBT em novembro de 2012; com isso ela foi selecionada para participar do remake de Chiquititas, porém a direção de teledramaturgia da emissora decidiu em dar um descanso para a atriz e foi substituída por Lívia Inhudes.[12]
Em 2013, participou de Carrossel TV como a repórter Maria Joaquina, uma forma de divulgação da telenovela sucessora, Chiquititas.[13] Ainda em 2013, foi convidada a participar da série Patrulha Salvadora, interpretando Maria Joaquina, personagem que a tornou nacionalmente conhecida. Em 2014, foi confirmada para integrar o remake de Cúmplices de um Resgate, que estreou no ano seguinte, interpretando as gêmeas Manuela e Isabela.[14] Em 17 de dezembro de 2015, a direção artística do SBT assinou na sede da emissora, a renovação do contrato da atriz e cantora, por mais dois anos.[15] No ano de 2016 lançou seu primeiro livro intitulado: "O Diário de Larissa Manoela". O lançamento ocorreu no dia 26 de junho na livraria Saraiva num shopping da Zona Sul de São Paulo.[16
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