domingo, 21 de maio de 2017

Selton Mello

Nasceu em Passos, Minas Gerais, e mudou-se para São Paulo com a família ainda criança; é irmão de Danton Mello, também ator. Seu primeiro trabalho na TV, aos 7 anos,[2][3] foi em Dona Santa (1979), na Rede Bandeirantes, onde atuou como um dos personagens centrais da novela. Em 1983, novamente despontando de bastante destaque, esteve presente no elenco da novela Braço de Ferro. Embora não seja muito citado, Selton também é musico, tendo participado de uma banda chamada Vendetta.
Em 1984 transferiu-se à Rede Globo para atuar na novela Corpo a Corpo. Em 1986, participou da primeira fase da novela Sinhá Moça, na pele do escravo branco Rafael.
Ficou afastado das novelas por seis anos. Neste período trabalhou como dublador profissional.
Em 1990 fez sua estréia no cinema com o longa dos Trapalhões, Uma Escola Atrapalhada.
Em 1992 retornou à Globo definitivamente, tendo participado da novela Pedra sobre Pedra. Mesmo não possuindo um contrato com o canal, é a única emissora de televisão aberta pra qual presta trabalhos. No ano seguinte esteve em Olho no Olho e, em 1994, viveu um dos personagens centrais da novela Tropicaliente. Depois, participou do grande sucesso A Próxima Vítima.
Em 1997 iniciou uma sequência de personagens na televisão, entre eles, o Tenente Luís do filme Guerra de Canudos (filme), e o atormentado Emanuel da novela A Indomada. Em 1999 protagonizou a minissérie O Auto da Compadecida, na pele do nordestino Chicó, juntamente com o ator Matheus Nachtergaele e, em seguida, co-protagonizou a novela Força de um Desejo, como Abelardo Sobral. Esta seria sua última atuação em novelas, desde então, Selton tem se dedicado inteiramente ao cinema, limitando-se a participações em minisséries e seriados da Globo.
Em 2000 protagonizou a minissérie A Invenção do Brasil, feita em comemoração aos 500 anos do Brasil e, em 2001, co-protagonizou a minissérie Os Maias. Posteriormente, integrou o elenco da terceira temporada do seriado Os Normais e, em 2004, protagonizou a série Os Aspones, ao lado de nomes, como Andréa Beltrão, Drica Moraes, Marisa Orth e Pedro Paulo Rangel.
A partir de 2004 passou a apresentar o programa Tarja Preta, veiculado no Canal Brasil, onde entrevista profissionais do cinema e de cultura.
Em 2007 protagonizou a série O Sistema, junto com Zezé Polessa, Ney Latorraca e Graziela Moretto. No mesmo período, contribuiu financeiramente para que o filme O Cheiro do Ralo, do qual é protagonista, saísse do papel.
Em 2008 e 2009 atuou no cinema em duas histórias baseadas em fatos reais, sendo no papel de um ex-traficante carioca em Meu Nome Não É Johnny e Jean Charles, onde deu vida ao brasileiro assassinado no metrô de Londres pela polícia, ao ser confundido com um terrorista. Em 2008 se aventurou também como diretor, primeiro com o curta-metragem Quando o Tempo Cair, produzido por Adriano Lírio e posteriormente no longa Feliz Natal, produzido por Vania Catani.
Trabalhou também com dublagem e dirigiu clipes musicais da banda Ira!, o cantor Nasi (ex-Ira) e Ana Cañas. O clipe da música Corpo Fechado (cantor: Nasi; diretor: Selton Mello), foi indicado ao MTV Video Music Brasil
No teatro, fez peças como Esperando Godot, direção de José Celso Martinez Corrêa e "Zastrozzi", direção de Selton Mello e Daniel Herz.
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Bob Marley

Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley[1] (Nine Mile, 6 de fevereiro de 1945Miami, 11 de maio de 1981), foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o género. Marley já vendeu mais de 75 milhões de discos.[2]
Dedicado a protestar contra problemas sociais, levou, através de sua música, o movimento rastafári e suas ideias de paz, irmandade, igualdade social, preservação ambiental, libertação, resistência, liberdade e amor universal ao mundo. A música de Marley foi fortemente influenciada pelas questões sociais e políticas de sua terra natal, fazendo com que considerassem-no a voz do povo negro, pobre e oprimido da Jamaica. A África e seus problemas como a miséria, guerras e domínio europeu também foram centro de assunto das suas músicas, por se tratar da terra sagrada do movimento rastafári.
A coletânea Legend, lançada três anos após sua morte e que reúne algumas músicas de álbuns do artista, é o álbum de reggae mais vendido da história. Bob foi casado com Rita Marley (de 1966 até a morte), uma das I Threes, que passaram a cantar com os Wailers depois que eles alcançaram sucesso internacional. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley (lê-se Stivân), que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outros de seus filhos, Ky-Mani Marley, Julian Marley e Damian Marley (vulgo Jr. Gong) também seguiram carreira musical. Foi eleito pela revista Rolling Stone o 11º maior artista da música de todos os tempo
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Zico


Arthur Antunes Coimbra, mais conhecido como Zico (Rio de Janeiro, 3 de março de 1953), é um treinador,[1] ex-futebolista e ex-dirigente brasileiro que possui também a nacionalidade portuguesa.[nota 1] que atuava como meia.
Notabilizou-se como o carismático líder da vitoriosa trajetória do Flamengo nas décadas de 1970 e 1980, com ápice nas conquistas da Taça Libertadores da América e da Copa Intercontinental pela equipe carioca, além dos títulos do Campeonato Brasileiro de 1980,82,83 e da Copa União(Módulo Verde de 87) de suas participações pela Seleção Brasileira nas Copas Argentina 1978, Espanha 1982 e México 1986. É considerado por muitos especialistas, profissionais do esporte e, em especial, pelos torcedores do Flamengo, o maior jogador da história do clube, e o maior futebolista brasileiro desde Pelé. Em 2016, foi eleito por especialistas[3] e por internautas[4] como o maior batedor de faltas brasileiro da história.
Não são poucos também os que o consideram como o melhor jogador de futebol dos anos 1980, sendo chamado frequentemente no exterior de "Pelé Branco". É o maior artilheiro da história do estádio do Maracanã, com 333 gols em 435 partidas. Marcou 135 gols em campeonatos brasileiros. Foi eleito como o terceiro maior futebolista brasileiro do século XX (atrás apenas de Pelé e Garrincha), o sétimo maior da América do Sul e o décimo quarto entre todos do Mundo, segundo a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS). É um dos quatro brasileiros a figurar no Hall da fama da FIFA (os outros são Pelé, Garrincha e Didi). Foi eleito pela própria Federação Internacional de Futebol (FIFA), o oitavo maior jogador do século, o nono maior jogador do século XX pela revista France Football, o nono Brasileiro do Século no esporte, segundo pesquisa realizada pela revista IstoÉ, e o décimo maior jogador de todos os tempos pela revista inglesa World Soccer. Em julho de 2012, foi eleito um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos" em concurso realizado pelo SBT com a BBC de Londres.[
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Santos Dumont


Alberto Santos Dumont (Palmira, atual Santos Dumont, 20 de julho de 1873Guarujá, 23 de julho de 1932) foi um aeronauta, esportista e inventor brasileiro[1][2].
Santos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, quando em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX.[3] Com a vitória no Prêmio Deutsch, ele também foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e populares.[4]
Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906 voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie' (francês para "ave de rapina"), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar,[5] e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento.
Apesar de os brasileiros considerarem Santos Dumont como o responsável pelo primeiro voo num avião, na maior parte do mundo o crédito à invenção do avião é dado aos irmãos Wright. Uma excepção é a França, onde o crédito é dado a Clément Ader que efectuou o primeiro voo de um equipamento mais pesado que o ar propulsionado a motor e levantando voo pelos seus próprios meios em 9 de outubro de 1890.[6][7][8] A FAI, no entanto, considera que foram os irmãos Wright os primeiros a realizar um voo controlado, motorizado, num aparelho mais pesado do que o ar,[9] por uma decolagem e subsequente voo ocorridos em 17 de dezembro de 1903 no Flyer, já que os voos de Clément Ader foram realizados em segredo militar, vindo-se apenas a saber da sua existência muitos anos depois.[10][11][12] Por outro lado, o 14-Bis de Dumont teve uma decolagem autopropulsada, reconhecida oficialmente por público e jornalistas, tendo sido a primeira atividade esportiva da aviação a ser homologada pela FAI
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Miguel Falabella


Desde pequeno, quando morava na Ilha do Governador, assistiu ao musical Hello, Dolly, estrelado por Bibi Ferreira, e se encantou pelo mundo da dramaturgia. Estreou na televisão em 1982, no programa Caso Verdade, no episódio "Jam e Jim", onde dava vida ao personagem título. Logo depois, participou de sua primeira novela, Sol de Verão, de Manoel Carlos, como o médico Romeu.
Conquistou o sucesso em 1986, ao interpretar Miro, no remake Selva de Pedra, de Janete Clair. Estreou como apresentador de televisão no programa Vídeo Show em agosto de 1987. O sucesso foi tanto, que Miguel permaneceu a frente do programa até janeiro de 2002, quando foi substituído por Márcio Garcia, e este por André Marques.
É um artista bastante ativo no teatro e na televisão. Nos palcos, além de musicais nacionais, costuma trazer a Broadway para o Brasil. Atuou no grande sucesso Loiro, Alto, Solteiro, Procura e escreveu também A Partilha, peça que ganhou versão para o cinema (com direção de Daniel Filho). Na televisão, dentre muitos trabalhos, alcançou grande popularidade apresentando o programa Vídeo Show durante 15 anos, e também representando Caco Antibes no humorístico Sai de Baixo.
Sua ligação com a poesia e a escrita é forte. Participou de alguns CDs de poesia, e escreveu alguns livros. Foi também autor de várias crônicas publicadas em jornais e revistas, sua coleção mais famosa delas era intitulada Coração Urbano.
Participou da série de comédia Toma Lá, Dá Cá, também na Globo, como o ex-surfista Mário Jorge, programa do qual assinava o roteiro, ao lado da amiga Maria Carmem Barbosa. A série foi cancelada em dezembro de 2009, as razões para o término das mesmas segundo o próprio Falabella, foram dele, que disse "Acho bom sair no auge".[5] A série também deve virar filme. [6]
Com tradução e direção dele, estava em cartaz o musical Hairspray naquele ano.
Em 2010 ele estreou na TV o seriado A Vida Alheia, sem plateia e gravado em externas. Segundo Miguel, o objetivo do programa em si não é de ser uma atração de humor, mas sim uma retratação da dura vida dos paparazzi, os repórteres fotográficos das chamadas revistas de fofocas.
Em 2013 ocorreu a estreia do seriado Pé na Cova em que ele interpreta Ruço, o personagem e principal, e que também é roteirista da série. Segundo Miguel, ele acha que "a partir dos 50, e a morte vira uma realidade".[7]
Em fevereiro de 2013, ele declarou que Pé na Cova deverá ser sua última atuação na TV, e que também pretende deixar o teatro, já que prefere escrever.[7]
Em 2014, escreve a série Sexo e as Nêga, paródia de Sex and the City, que retrata a vida de quatro amigas de Cordovil, no subúrbio do Rio de Janeiro.[8][9][10]
Em 2017, além de retomar seu personagem Caco Antibes, sucesso em Sai de Baixo, desta vez, na Escolinha do Professor Raimundo, o ator vem trabalhando num romance sobre sua família, Sagrado Coração, tendo como personagem inicial seu bisavó, que deixou a Itália, mais precisamente a região da Basilicata, e embarcou por engano ao Brasil.
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Sérgio Reis


Paulistano nascido no tradicional bairro de Santana, fez parte da Jovem Guarda na década de 1960, criando em 1967 a música "Coração de papel". Gravou seu primeiro disco de música sertaneja com a música "Menino da gaita" em 1972. Seguiu-se o sucesso de "Menino da Porteira", "Adeus Mariana", "Disco Voador", "Panela Velha", "Filho Adotivo", "Pinga ni Mim" e várias outras canções. Seu disco O Melhor de Sérgio Reis, lançado em 1981, vendeu mais de 1 milhão de cópias. O cantor optou por adotar o sobrenome de sua mãe, pois não achava o sobrenome de seu pai adequado para o ramo artístico.
No ano de 2002, Sérgio Reis prestou uma homenagem a Roberto Carlos, com o CD intitulado Nossas Canções, onde "Serjão" interpretou músicas gravadas por Roberto Carlos, de autoria deste em parceria com Erasmo Carlos e de outros compositores.
No ano de 2003, Sérgio Reis gravou seu primeiro DVD, intitulado Sérgio Reis e filhos - violas e violeiros, e como o próprio título diz, teve seus filhos como músicos na apresentação.
Em 2010, para comemorar os mais de 40 anos de parceira, Sérgio Reis e Renato Teixeira lançaram o álbum (CD e DVD) ao vivo Amizade Sincera, que reuniu clássicos da música sertaneja.
Em 3 de março de 2012, o cantor caiu de uma altura de aproximadamente dois metros durante apresentação em show na cidade de Três Marias, em Minas Gerais e permaneceu internado para exames mais detalhados [3].
No dia 20 de novembro de 2014, o cantor recebeu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Sertaneja pelo álbum Questão de Tempo.[4]
Em 2015 recebeu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Sertaneja pelo CD/DVD Amizade Sincera II, em parceria com Renato Teixeira.
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Larissa Manoela

 

Primeiros anos

Larissa Manoela Taques Elias Santos nasceu em Guarapuava, Paraná, em 28 de dezembro de 2000. É filha única de Silvana Taques, uma pedagoga, com Gilberto Elias Santos, um consultor imobiliário e agenciador.[5] Ela iniciou sua carreira aos quatro anos de idade quando um contratado da agência de modelos Projeto Passarela em um supermercado, observou seu talento e decidiu fazer um book de fotos e a encaminhou ao mercado.[1][6] Afim de buscar um mercado maior, a família mudou-se para São Paulo, depois de fazer ponte aérea por Paraná-Rio de Janeiro-São Paulo durante dois anos a trabalho.[5]

2006-11: Início da carreira e O Palhaço

Sua carreira na televisão iniciou aos 6 anos de idade,[7] na série do canal GNT, Mothern em que ela interpretava ela mesma.[6] Meses após ela foi selecionada para estrelar a peça teatral A Noviça Rebelde como Gretl que estreou em 2006.[6] Já em 2010 ela interpretou a protagonista da série Dalva e Herivelto: uma Canção de Amor na juventude e Lequinha em Na Fama e Na Lama.[6] No teatro musical Gypsy interpretou Baby June.[6] No mesmo ano dublou a personagem Narizinho na série infantil Sítio do Picapau Amarelo.[6] Em 2011 atuou em seu primeiro filme, Essa Maldita Vontade de Ser Pássaro, dirigido por Paula Fabiana e Adrian Steinway, e também no filme O Palhaço, com o papel de Guilhermina, dirigido e protagonizado por Selton Mello,[6] que estava concorrendo na categoria de melhor filme estrangeiro no Oscar 2013.[8] Ainda em 2011, no teatro, interpretou uma criança em As Bruxas de Eastwick.[6]

2012–presente: reconhecimento e novos projetos

Em 2012 no SBT interpretou Viviane em Corações Feridos e Maria Joaquina em Carrossel, papel que a tornou conhecida.[6] Em julho do mesmo ano, Larissa participou com Guilherme Seta do videoclipe da música "Falta Coragem" da banda Condução do Sistema.[9] Em 14 de outubro ela revelou que estaria em fase de produção seu primeiro álbum de estúdio em parceria com o produtor musical Arnaldo Saccomani.[10][11] Seu contrato foi renovado com o SBT em novembro de 2012; com isso ela foi selecionada para participar do remake de Chiquititas, porém a direção de teledramaturgia da emissora decidiu em dar um descanso para a atriz e foi substituída por Lívia Inhudes.[12]
Em 2013, participou de Carrossel TV como a repórter Maria Joaquina, uma forma de divulgação da telenovela sucessora, Chiquititas.[13] Ainda em 2013, foi convidada a participar da série Patrulha Salvadora, interpretando Maria Joaquina, personagem que a tornou nacionalmente conhecida. Em 2014, foi confirmada para integrar o remake de Cúmplices de um Resgate, que estreou no ano seguinte, interpretando as gêmeas Manuela e Isabela.[14] Em 17 de dezembro de 2015, a direção artística do SBT assinou na sede da emissora, a renovação do contrato da atriz e cantora, por mais dois anos.[15] No ano de 2016 lançou seu primeiro livro intitulado: "O Diário de Larissa Manoela". O lançamento ocorreu no dia 26 de junho na livraria Saraiva num shopping da Zona Sul de São Paulo.[16
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Samuel Rosa


Samuel Rosa de Alvarenga nasceu em Belo Horizonte, no dia 15 de julho de 1966, filho de uma dona de casa e de um psicólogo de Itabira, interior de Minas. Seu pai, sempre teve bom gosto para música, tinha até pudores demais, se por um lado ele não gostava de Jovem Guarda, por outro, Samuel deve muito a ele, por tudo o que escutou em casa, como Beatles, Clube da Esquina, Tropicália, Chico Buarque, mas demorou para abrir o seu leque musical. Foi difícil assumir que gostava de Roberto e Erasmo, que são influências fortes do Skank, e na sua casa, só tocavam no rádio da cozinha. Sua vontade de trabalhar com música veio na adolescência lá pelos 14, 15 anos, em uma fase em que estava muito angustiado. A música praticamente salvou sua vida, e o ajudava a manter um nível razoável de auto-estima. Sempre foi um menino quieto, que demorou a crescer e não era bonito. Por tocar, ganhou algum destaque na sala de aula, na roda de amigos, virou popular no colégio. Aos 17 anos, não queria escolher profissão nenhuma, para ele, o colégio duraria só mais três anos.[3]
Pois sua vida estava muito boa, tinha uma turma ótima. Na faculdade fez Psicologia por grande influência do seu pai. Seu pai vibrou muito por ele ter escolhido a profissão dele, mas fez psicologia muito dividido. Foi um péssimo aluno, os professores jogavam na sua cara o fato de seu pai ter sido um ótimo aluno e ter se transformado em um ótimo profissional. Aquilo mexia muito com ele. Na faculdade, nunca teve turma, sua sala era formada 80% por mulheres. Na segunda-feira ele chegava louco para comentar os resultados do futebol e não conseguia encontrar pessoas com quem conversar sobre os mesmos interesses. A faculdade foi um peso na sua vida. Não chegou a trabalhar com a Psicologia, mas fez alguns estágios. Na faculdade, já tinha banda e assim se aliviava um pouco. Se formou e poderia ter montado consultório. Só que chegou uma hora em que seu pai viu que a coisa não estava boa e que vivia muito angustiado. Se lembra uma vez em que ele o chamou para conversar e disse:
No dia 13 de setembro de 2001 recebeu a Medalha de Honra da Universidade Federal de Minas Gerais em cerimônia presidida pelo reitor Francisco César de Sá Barreto[4].
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Tommy Lee Jones


Tommy Lee Jones (San Saba, Texas, 15 de setembro de 1946) é um premiado ator, cineasta e produtor de cinema norte-americano. Filho de Lucille Marie Scott, que foi oficial de polícia, professora e dona de um salão de beleza e Clyde C. Jones que [1]trabalhava em um campo de petróleo. Venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, em 1994 pela performance em The Fugitive. Também destacou-se em diversos filmes de sucesso, como Men in Black, Men in Black II, Men in Black III, No Country for Old Men, Batman Forever, Under Siege, The Three Burials of Melquiades Estrada, Captain America: The First Avenger e Lincoln.
Em 1969, formou-se em Literatura Inglesa na Universidade Harvard, onde foi colega de quarto de Al Gore, que veio a se tornar o vice-presidente dos Estados Unidos no governo de Bill Clinton e de quem permanece amigo até hoje. Em seguida, mudou-se para Nova Iorque, onde iniciou a carreira teatral na Broadway. A estréia no cinema aconteceu com o filme Love Story, em 1970. Enquanto viveu em Nova Iorque, atuou em diversas peças de teatro e fez trabalhos na televisão.
Em 1975, mudou-se para Los Angeles, e iniciou na televisão, fazendo filmes e atuando em alguns seriados, como Charlie's Angels (episódio piloto).
A estréia como diretor foi em The Good Old Boys (1995), um filme para a televisão. Em 2005, dirigiu The Three Burials of Melquiades Estrada, seu primeiro filme para a tela grande.
Casou três vezes: Kate Lardner (1971 - 1978), Kimberlea Gayle Cloughley (1981 - 1996, e com quem teve dois filhos), e Dawn Jones (2001 até o presente).
Possui uma estrela na Calçada da Fama, em 6925 Hollywood Boulevard.
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Stevie Wonder


Stevie Wonder, nome real de Stevland Hardaway Morris (Saginaw, 13 de maio de 1950) é um compositor, cantor e ativista de causas humanitárias e sociais estadunidense.
Um dos maiores músicos da contemporaneidade, iniciou a carreira muito cedo. Assinou contrato com a Tamla Records, selo da Motown Records aos onze anos e continua com a mesma até hoje. Gravou mais de trinta sucessos que alcançaram o top ten e ganhou vinte e cinco Grammy Awards, o maior número já ganho por um artista masculino na história .[1] Ao nascer foi-lhe dado o nome Stevland Hardaway Judkins, depois alterado para Stevland Hardaway Morris , já adulto]
Stevie Wonder é o terceiro dos seis filhos de Calvin Judkins e Lula Mae Hardaway. Devido ao nascimento prematuro, em seis semanas os vasos sanguíneos da parte de trás de seus olhos ainda não tinham chegado na parte frontal e seu crescimento abortado causou o descolamento das retinas.[2] O termo médico para esta condição é retinopatia da prematuridade, e ela pode ter sido agravada pelo oxigênio bombeado para sua incubadora, mas não foi a principal causa de cegueira.
Quando Stevie Wonder tinha quatro anos, sua mãe deixou seu pai e se mudou com seus filhos para Detroit. Voltou a ter o nome de solteira, Lula Hardaway e mais tarde mudou o sobrenome de seus filhos para Morris. Morris permanece como o nome legal de Stevie Wonder desde então. Começou a tocar instrumentos muito cedo, incluindo piano, gaita, bateria e baixo. Durante sua infância foi ativo em um coral de igreja.
Com apenas 18 anos , Stevie Wonder se mudou para Los Angeles , trabalhando com produtores como Quincy Jones e outros .
Hoje Stevie Wonder mora em sua mansão em Beverlly hills em Los Angeles nos Estados unidos .
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Paul Walker


Paul William Walker nasceu em Glendale, Califórnia e cresceu em San Fernando Valley, arredores de Los Angeles.[1] Filho de Paul Walker III e Cheryl, uma ex-modelo,[2] Segundo Amie.[3] Walker possui ascendência inglesa, irlandesa e alemã e foi criado como membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, ou Mórmons. Walker frequentou e formou-se na Village Christian School.[4][5] Após o colegial, ele frequentou diversas faculdades da comunidade, buscando um grau e uma carreira em biologia marinha.[4]
Walker foi eleito em 2001, pela revista People, como uma das pessoas mais bonitas do mundo.[6] Residia em Santa Bárbara, Califórnia, com seu cachorro da raça Chesapeake bay retriever, chamado Boone.[7] A sua filha, Meadow Walker, que nasceu em 04 de novembro de 1998,[2] vive no Havaí com a mãe,[8] uma ex-namorada de Paul. Ele era um ávido surfista e sempre foi um apaixonado por carros, antes mesmo das filmagens de Velozes e Furiosos, possuindo um Infiniti G35.
Paul era praticante de jiu-jitsu, possuindo a graduação de faixa marrom, e usava golpes da luta para contracenar em alguns filmes. Dizia sempre tentar colocar um pouco da "arte suave" nos seus personagens, sua inspiração para a modalidade de luta, segundo ele, era Royce Gracie.
Em 2010 Paul criou a fundação Reach Out Worldwide para ajudar as pessoas que haviam sofrido com algum incidente da natureza, sem ajuda do governo e apenas com seu dinheiro.
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Johnny Rivers

A família Ramistella mudou-se de Nova Iorque para Baton Rouge, no estado da Louisiana, quando John tinha cinco anos de idade. Ele começou a tocar guitarra aos oito, influenciado pela música local. Johnny Ramistella formou sua própria banda, The Spades, ainda quando estudava (Junior High School) e fez sua primeira gravação aos 14.[1] De volta a Nova Iorque, em 1958, ele encontrou Alan Freed, que o

aconselhou a mudar seu nome. Assim, Johnny Ramistella tornou-se Johnny Rivers, depois que o Rio 
Mississippi transbordou, perto de Baton Rouge. Freed deu a Rivers alguns contratos para gravações. De março de 1958 a março de 1959, Rivers gravou três canções que não foram lançadas. Em 1959, Johnny Rivers retornou a Baton Rouge. Enquanto tocava em todo o sul dos Estados Unidos, Rivers conheceu, em Birmingham (Alabama), Audrey Williams, esposa do famoso cantor norte-americano de música country Hank Williams. Ela levou Johnny para Nashville, onde ele gravou mais duas canções. Eles não as venderam também, mas Johnny ficou na cidade e começou a trabalhar como compositor e cantor de canções demo (ganhava US$ 0,25 por gravação). Lá, Johnny trabalhou ao lado de Roger Miller.
Em 1960, Rivers conheceu um grande amigo, James Burton, guitarrista de Ricky Nelson. Burton deu a Ricky uma das canções de Johnny. Ricky Nelson gostou dela e a gravou. No ano seguinte, Rivers foi a Los Angeles para conhecer Nelson, onde ficou para trabalhar como compositor e músico de estúdio. Em 1963, Rivers costumava passar seu tempo em um bar chamado Gazzari's (de propriedade de Bill Gazzari).[2] Uma noite, o trio de jazz que tocava no bar deixou o local. Gazzari pediu para Johnny ocupar a vaga por alguns dias, até que encontrasse um outro grupo de jazz. Johnny concordou e a história foi feita. Quando ele começou a tocar seu rock n'roll, multidões passaram a freqüentar o Gazzari's. Rivers fez sucesso no clube, fazendo versões de canções de Chuck Berry.
Em 1964, Elmer Valentine, proprietário do clube Whisky a Go Go, ofereceu a Johnny Rivers um contrato de uma ano para que este cantasse em seu clube, recém-inagurado em Hollywood (California).[1][2] O novo clube abriu três dias antes do grupo The Beatles lançar "I Want To Hold Your Hand". Mas Johnny Rivers era tão popular que o produtor Lou Adler decidiu lançar Johnny Rivers Live At The Whiskey A Go Go, um álbum ao vivo que vendeu 1 milhão de cópias e alcançou o 12º na lista da Billboard - e a canção "Memphis" (um cover de Chuck Berry) chegou ao segundo lugar na parada norte-americana.[3][4] Johnny Rivers tinha criado o estilo musical Go Go (que incluiria também dançarinas).Já em 1966, Rivers seguiu gravando canções, especialmente ao vivo, como "Maybellene" (outro cover de Chuck Berry), "Mountain of Love", "Midnight Special" e "Seventh Son", todas elas tornaram-se hits.[1][5] Também adotou um estilo mais peculiar, mas seguiu produzindo sucesso como "Poor Side of Town", primeiro lugar na parada norte-americana da Billboard, e "Secret Agent Man", que alcançou o #3 em 1966.[6] It sold one million copies, achieving gold disc status.[4] Outras canções populares desta nova fase do cantor foram "Summer Rain", "Baby I Need Your Lovin'" e "The Tracks of My Tears" (um cover de Smokey Robinson & The Miracles) - todas elas caracterizadas por sua voz suave e comovente. Ele ainda fundou sua própria gravadora, a Soul City Records, que lançou artistas como o grupo Fifth Dimension - ele ganhou um Grammy Award como produtor dessa banda. Em 1968, Rivers lançou aquele que é considerado por muitos fãs como seu melhor trabalho, o álbum "Realization". que foi evocativo das influências da psicodelia daquele tempo, e incluíam baladas como como "Going Back to Big Sur".
Durante a década de 1970, Rivers seguiu produzindo mais sucessos de crítica, como "Rockin' Pneumonia - Boogie Woogie Flu", "Help Me Rhonda" (cover dos Beach Boys) e "Blue Suede Shoes" (cover de Carl Perkins), mas os álbuns não vendiam tão bem quanto na década passada. Seu último sucesso foi "Swayin' to the Music (Slow Dancing)" em 1977. Rivers continuou a gravar na década de 1980, e apesar de sua música já não fazer tanto sucesso como nas duas décadas anteriores, continuou a fazer apresentações ao vivo. Em 12 de junho de 2009, Johnny Rivers foi introduzido no Louisiana Music Hall of Fame.[1]
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Lenny Kravitz


Lenny Kravitz nasceu em Nova Iorque em 1964. A sua mãe, Roxie Roker, era uma atriz nascida nas Bahamas conhecida pela série The Jeffersons, o seu pai, Sy Kravitz, russo-judeu, é um executivo de televisão.[1] Foi casado com a atriz de The Cosby Show Lisa Bonet, de quem se divorciou em 1991. Desta relação nasceu, em 1988, Zoë Kravitz.[2]
Além de ser vocalista e também fazer backing vocals, muitas vezes ele toca todas as guitarras, baixos, baterias, teclados e percussão quando grava. Kravitz ganhou o Grammy Awards para "Melhor Performance Rock Vocal Masculino" por quatro anos consecutivos de 1999 a 2002. Foi classificado na nonagésima terceira posição no VH1's 100 Greatest Artists de Hard Rock.
Em 2008, surgiram rumores de que substituiria Scott Weiland como vocalista da banda Velvet Revolver,[3] mas Kravitz desmentiu essa possibilidade, à revista Rolling Stone.[4]
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Eddie Murphy

Edward Regan "Eddie" Murphy (Brooklyn, Nova York, 3 de abril de 1961) é um comediante, premiado ator, dublador, roteirista, produtor, diretor e músico estadunidense.
O rendimento bruto dos filmes de Murphy fizeram dele o segundo ator de maior público nos Estados Unidos.[1][2] Ele integrou o elenco do programa Saturday Night Live de 1980 a 1984 e trabalhou como comediante de stand-up. Ele é o número 10 na lista do Comedy Central dos 100 Maiores Stand-ups de todos os tempos.[3]
Murphy recebeu indicações ao Globo de Ouro por suas atuações em 48 Hrs., Beverly Hills Cop, Trading Places, e The Nutty Professor. Em 2007, ele recebeu o Globo de Ouro de melhor ator coadjuvante e uma indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante por sua interpretação do cantor de soul James "Thunder" Early em Dreamgirls.[4]
Murphy também é reconhecido como dublador, fazendo a voz de Thurgood Stubbs em The PJs, do Burro na quadrilogia Shrek e do dragão Mushu no filme da Disney Mulan. Em alguns de seus filmes, ele interpreta vários papéis, além de seu personagem principal, como uma homenagem a um de seus ídolos Peter Sellers, que interpretou mais de um papel em Dr. Strangelove. Murphy interpretou vários personagens em Coming to America, Vampire in Brooklyn de Wes Craven, e nos filmes Nutty Professor (onde interpretou o papel-título em duas encarnações, além de seu pai, irmão, mãe e avó), Bowfinger, Norbit, e Meet Dave.
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Jair Bolsonaro


Jair Messias Bolsonaro (Campinas, 21 de março de 1955) é um militar da reserva e político brasileiro. Cumpre atualmente o seu sexto mandato na Câmara dos Deputados do Brasil, eleito pelo Partido Progressista (PP).[3] Nas eleições gerais de 2014, foi o deputado mais votado do estado do Rio de Janeiro com apoio de 6% do eleitorado fluminense (464 mil votos).[4] O parlamentar é filiado ao Partido Social Cristão (PSC) desde março de 2016,[5] mas em novembro entrou em conflito com a liderança do partido.[6]
Também foi titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado,[7] além de ter sido suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.[8] Além dele, seu irmão Renato Bolsonaro e três filhos seus também são políticos: Carlos Bolsonaro (vereador do Rio de Janeiro pelo PP), Flávio Bolsonaro (deputado estadual do RJ pelo PSC)[9] e Eduardo Bolsonaro (deputado federal de São Paulo pelo PSC).
Tornou-se conhecido nacionalmente por suas posições nacionalistas e conservadoras, por suas críticas ao comunismo e à esquerda[10] e por várias declarações controversas, as quais lhe renderam cerca de 30 pedidos de cassação em 26 anos de mandatos na Câmara dos Deputados.[11] Também é conhecido por defender a ditadura militar e por ter considerado a tortura uma prática legítima.[11] Suas posições políticas geralmente são classificadas como alinhadas aos discursos da extrema-direita.[11][12][13]
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Sheron Menezzes


A atriz estreou na Rede Globo na novela Esperança, em abril de 2002, com o aval do diretor Luiz Fernando Carvalho que se impressionou com seu teste e sugeriu ao autor, Benedito Ruy Barbosa, a mudança da idade da personagem, Júlia, inicialmente mais velha, para que pudesse ser interpretada pela então novata.
Sheron então ganhou o papel da doce e altiva Júlia, filha bastarda do barão do café, marido falecido de Francisca mão de ferro, personagem de Lúcia Veríssimo, que vivia na fazenda como empregada da família. Júlia acaba casando-se com um forasteiro, Zangão, interpretado por Jackson Antunes. Júlia foi bem recebida pelo público e acabou rendendo para Sheron três prêmios pelo seu trabalho e um convite do diretor Luiz Antonio Pilar para atuar no teatro.
Em 21 de agosto de 2003, estreou no Teatro Glória como uma das protagonistas do drama Nunca Pensei Que Ia Ver Esse Dia, tradução de Iron, texto da autora escocesa Rona Munro, com a direção de Luiz Antonio Pilar e supervisão de Antonio Abujamra. Na peça Sheron interpretou Josie, uma executiva bem sucedida que busca junto a mãe, uma presidiária, interpretada por Iléa Ferraz, as lembranças da infância apagadas de sua memória.
Atuou como apresentadora no seriado Fábulas Modernas, produção da RBS TV, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul, em oito episódios entre junho e agosto de 2003. O seriado foi uma releitura de fábulas conhecidas, com personagens reais, sob a direção de Gilberto Perin.
Ainda durante a temporada da peça, Sheron fez testes para a novela Celebridade. Sheron estava cotada para viver Jaqueline (que acabou sendo vivida por Juliana Paes), porém, foi escolhida pelo autor Gilberto Braga para viver Iara, a belíssima copeira da casa de Maria Clara Diniz (vivida por Malu Mader), que mantinha um caso amoroso com o vilão Marcos (interpretado por Márcio Garcia). Uma de suas cenas mais marcantes foi no final da novela, quando apareceu chorando no último capítulo após ter sido agredida por Laura durante o sequestro da pequena Nina.
Num dos intervalos das gravações de Celebridade, Sheron fez uma participação no seriado Cidade dos Homens. Sheron interpretou Quirina, uma jovem cafetina responsável por levar meninas para alguns homens que controlavam um baile funk, no episódio "Sábado", dirigido pelo cineasta Fernando Meirelles.
Ainda durantes as gravações da telenovela Celebridade, Sheron estreou no cinema no filme O Homem que Copiava, de Jorge Furtado, onde fez uma participação como a "guria esperta", uma namorada do personagem de Lázaro Ramos.
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